tecnologia

Tecnologia e biologia unidas no combate à dor crônica

Share
Divulgação
Divulgação
Share

Dr. Guilherme Rossoni mostra como recursos de ponta, como terapias com células-tronco, PRP guiado por imagem e suplementação personalizada, estão revolucionando o tratamento de dores articulares e musculares

Milhões de brasileiros convivem com dores crônicas que comprometem suas rotinas, produtividade e bem-estar. Para muitos, a única alternativa oferecida é o uso contínuo de medicamentos paliativos, ou, em casos mais graves, a cirurgia. No entanto, a medicina está diante de um novo capítulo: a era da medicina regenerativa, que propõe o uso do próprio corpo como ferramenta de cura.

Segundo o neurocirurgião Dr. Guilherme Rossoni, especialista em doenças da coluna e tratamentos para dor, essa abordagem não se limita a aliviar sintomas, mas busca tratar a causa da dor crônica de forma personalizada, minimamente invasiva e com base em evidências científicas.

“Utilizamos técnicas como o PRP (Plasma Rico em Plaquetas), células-tronco, ácido hialurônico, ondas de choque e infiltrações guiadas por imagem para estimular o reparo de tecidos danificados. São procedimentos feitos em consultório, com precisão e acompanhamento individualizado”, explica o Dr. Guilherme .

A proposta é reequilibrar o funcionamento de articulações, tendões e músculos, diminuindo a dor e devolvendo qualidade de vida ao paciente. Para isso, a suplementação personalizada também tem papel fundamental no sucesso da terapia.

“Durante o processo de regeneração, o organismo precisa de nutrientes específicos para reparar tecidos, combater inflamações e acelerar a cicatrização. Por isso, prescrevemos substâncias como colágeno tipo II, vitamina D, ômega-3 e anti-inflamatórios naturais com base no perfil clínico de cada paciente”, destaca.

Um dos grandes diferenciais da medicina regenerativa é o uso das células-tronco mesenquimais, com potencial de se transformar em cartilagem, osso e músculo. A coleta pode ser feita da própria medula óssea ou gordura abdominal, processada em laboratório e aplicada diretamente na área lesionada.

“Essa é uma das terapias mais promissoras da atualidade, com resultados expressivos no tratamento de artrose, lesões tendíneas e dores articulares. Mas é preciso critério, experiência e protocolos bem definidos para garantir a eficácia e a segurança do paciente”, ressalta o neurocirurgião.

A medicina regenerativa é uma abordagem integrativa, baseada na ciência e voltada para o futuro do cuidado com a dor. Ao invés de tratar os sintomas, ela busca restaurar o equilíbrio do corpo e promover a cura a partir dos próprios recursos biológicos do paciente.

“Se você ou alguém próximo convive com dores na coluna, joelhos, quadril ou ombros, saiba que existem alternativas além da cirurgia ou do uso contínuo de medicamentos. A medicina regenerativa pode ser o próximo passo”, finaliza Dr. Guilherme Rossoni.

Share
Artigos Relacionados
Divulgação
tecnologia

Robôs assumem atividades de alto esforço físico enquanto profissionais migram para operação e supervisão de sistemas

Automação industrial avança no Brasil e muda o tipo de trabalho nas...

Divulgação
tecnologia

Pesquisa da Wolters Kluwer aponta papel das bibliotecas na formação médica em meio à transformação digital

Estudo ouviu gestores de bibliotecas de instituições de ensino superior e identificou...

Divulgação - Assessoria de Imprensa
tecnologia

Dataside é certificada como Silver Partner da Databricks e amplia presença no ecossistema global de dados

A Dataside acaba de ser reconhecida como Silver Partner da Databricks, uma...

Divulgação
tecnologia

Investimento em SAP cresce nas grandes empresas e decisão impacta a competitividade

Decisão vai além da tecnologia e envolve mudança de processos, governança e...