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Femtechs ganham força no Brasil e impulsionam nova era do autocuidado feminino

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O cuidado com a saúde feminina vive uma virada histórica, impulsionada pelo avanço das femtechs e pela busca das brasileiras por informação e produtos mais humanos.

O mercado brasileiro de cuidado pessoal e bem-estar vive um dos momentos mais dinâmicos da sua história. Em 2024, o setor de higiene e beleza movimentou R$ 173,4 bilhões, crescimento de 10,3% em relação ao ano anterior — desempenho muito acima da média global, que foi de 3,5%, segundo a Euromonitor International. Com isso, o Brasil mantém sua posição entre os três maiores mercados do mundo, atrás apenas de Estados Unidos e China.

Por trás desses números, há uma transformação silenciosa — e profundamente feminina. O país assiste ao avanço das femtechs, startups e marcas que unem tecnologia, ciência e sensibilidade para desenvolver soluções específicas para a saúde da mulher. Trata-se de um movimento global, reforçado por um estudo da consultoria americana Frost & Sullivan, que estima que o setor deve movimentar cerca de US$ 50 bilhões em 2025, impulsionado pela busca por soluções mais humanas, preventivas e verdadeiras. 

Entre os temas que mais crescem estão saúde íntima, equilíbrio da microbiota, suplementação preventiva, bem-estar hormonal e autocuidado baseado em ciência. A demanda elevada tem impulsionado a criação de negócios focados em experiências mais humanas, naturalidade nas conversas e educação em saúde — áreas que tradicionalmente receberam pouca atenção da indústria.

É nesse contexto que surgem marcas como a Ellowa Health, que integram a nova geração de femtechs brasileiras. Criada por Gabriel Puerta, profissional com carreira no mercado financeiro e experiência em marcas DTC, a empresa nasceu da percepção de um vazio no setor: a falta de soluções que tratassem a saúde íntima feminina com profundidade, acolhimento e rigor científico.

“O Brasil está vivendo um momento de virada cultural na forma como a saúde da mulher é tratada. As consumidoras querem clareza, querem ciência e querem marcas que conversem com elas sem tabu. Essa é a base da nova economia do bem-estar feminino”, afirma Gabriel Puerta, CEO da Ellowa Health.

“A mulher moderna não busca apenas produtos, ela busca pertencimento, cuidado real e informação confiável. As femtechs surgem justamente para preencher essa lacuna histórica.”

Com consumidores mais exigentes, profissionais mais atentos e marcas mais inovadoras, o Brasil se consolida como um dos ecossistemas mais promissores do mundo para o desenvolvimento de tecnologias voltadas à saúde feminina.

A expansão das femtechs sinaliza uma tendência irreversível: o futuro do bem-estar será feminino, científico e profundamente conectado à vida real das mulheres.

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